Sergipe – William Noia, Kleber Freitas e Paulo Rodolpho foram condenados a penas de 23 a 28 anos de prisão pela morte de Genivaldo Santos, ocorrida em maio de 2022. A vítima morreu asfixiada no porta-malas de uma viatura, submetida à inalação de gás lacrimogêneo. A polícia rodoviária demitiu os ex-policiais em agosto de 2023, e eles estão presos desde outubro de 2022.
O julgamento, que durou 12 dias, contou com 28 testemunhas e uma vistoria na viatura usada no crime. William Noia e Kleber Freitas tiveram a acusação de homicídio doloso desclassificada para tortura seguida de morte e homicídio culposo. Paulo Rodolpho foi absolvido do crime de tortura, mas condenado por homicídio triplamente qualificado.
William Noia e Kleber Freitas receberam 23 anos, 1 mês e 9 dias de prisão cada. Noia abordou a vítima e segurou a porta da viatura; Freitas usou spray de pimenta cinco vezes. Paulo Rodolpho, que lançou a bomba de gás e segurou a porta, recebeu pena de 28 anos.

Fonte: GZH.
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