Guará – DF – (Brasil) – Uma auditoria independente realizada por membros da Igreja Batista Filadélfia resultou na exclusão do pastor Marcos Campos da presidência da instituição. O relatório revelou que, enquanto a igreja acumulava uma dívida de R$ 1,8 milhão — sendo 82% de impostos não pagos —, o salário do líder religioso saltou de R$ 37 mil em 2021 para quase R$ 50 mil em 2025. O desequilíbrio financeiro foi agravado por gastos de R$ 3,9 milhões em obras sem planejamento, gerando um déficit mensal de R$ 275 mil.
Réu por abvsar s3xualmente de adolescentes
Além do colapso administrativo, a família do ex-presidente enfrenta um grave escândalo na justiça criminal. O filho do pastor, Gabriel de Sá Campos, de 30 anos, tornou-se réu acusado de abvsar s3xualmente de adolescentes que frequentavam a própria congregação. Ele está preso desde dezembro do ano passado no Complexo da Papuda. O caso abalou a confiança dos fiéis e acelerou a necessidade de uma intervenção na gestão da igreja para tentar recuperar a credibilidade perdida.
Agora, a comunidade religiosa tenta se reorganizar sob nova liderança para estancar a sangria financeira e lidar com o passivo tributário milionário. A exclusão do pastor marca um momento de limpeza institucional, onde os próprios membros decidiram tomar as rédeas para garantir que os recursos dos dízimos e ofertas sejam usados com transparência. O episódio serve de alerta sobre os riscos da falta de fiscalização em lideranças religiosas que misturam contas pessoais com o patrimônio da igreja.
Redação, João Lemes; Fonte: Coluna Na Mira / Metrópoles ⚖️
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