Brasília – DF – (Região Central) – A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro vem sendo apontada como um dos trunfos mais poderosos para puxar votos no país, especialmente entre as mulheres e o público evangélico. Enquanto o senador Flávio Bolsonaro enfrenta problemas e desgaste na sua caminhada, o nome dela ganha musculidão nos bastidores. Michelle nunca escondeu que ficou contrariada quando o marido escolheu o filho mais velho para a disputa, e agora o jogo pode mudar.
Atritos na família e no palanque
A ex-primeira-dama sempre foi reservada, mas não se empenhou na campanha do enteado e bateu de frente na hora de negociar os palanques nos estados. No Ceará, ela apoia o senador Eduardo Girão, do Novo, enquanto Flávio Bolsonaro prefere Ciro Gomes, do PSDB, sujeito que já atacou o ex-presidente no passado. Em Santa Catarina, Michelle também já elogiou concorrentes que vão brigar pela vaga contra o outro enteado, Carlos Bolsonaro.
Rival tropeça nas próprias pernas
A boataria de que Michelle pode substituir Flávio na corrida eleitoral ganhou força após a revelação de que o senador pediu 134 milhões de reais para o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. A ex-primeira-dama não se mexe publicamente e joga parado, deixando o rival interno se bater sozinho. Ela andava mais afastada das agendas grandes para cuidar da saúde de Jair Bolsonaro, chegando a desabafar na internet sobre o peso da rotina dentro de casa.
Futuro nas mãos de Deus
Recentemente, Michelle conseguiu amolecer o ministro Alexandre de Moraes, do STF, para autorizar a prisão domiciliar do marido e a visita de um cabeleireiro, chamando o ministro de irmão em Cristo. O plano oficial dela ainda é concorrer ao Senado pelo Distrito Federal, mas em entrevista ela não fechou as portas para outros voos mais altos. Como o futuro está em aberto, ela deixa claro que aceita qualquer missão.
Redação, João Lemes; Fonte: Revista Veja
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