Os principais líderes do crime organizado no Brasil, como o famoso Marcola (PCC), Fernandinho Beira-Mar e Marcinho VP (ambos do CV), estão em penitenciárias federais de segurança máxima. O custo para mantê-los isolados da sociedade é elevado, chegando a R$ 40,8 mil por mês por preso em 2024, totalizando R$ 489,6 mil por ano, segundo o painel Custo do Preso da Secretaria Nacional de Políticas Penais.
Marcola está na Penitenciária Federal de Brasília, para onde foi transferido em 2023 após um plano de fuga ser descoberto. Antes, ele estava na unidade de Rondônia. Já Beira-Mar está na Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, após ser transferido de Mossoró, no Rio Grande do Norte, em 2024, devido a uma fuga de integrantes do CV na unidade.
Os custos têm aumentado ao longo dos anos. Em 2020, o gasto anual era de 303 mil por preso, subindo para 342,2 mil em 2021. No entanto, os dados de 2022 e 2023 não foram informados. Esses valores refletem a complexidade e o alto investimento necessário para manter líderes de facções criminais sob controle em penitenciárias de segurança máxima.
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