Nacional – Já está em vigor o novo reajuste do ICMS sobre combustíveis e gás de cozinha, conforme diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A mudança, definida nas negociações entre estados e o governo federal ainda em 2025, consolida o modelo de tributação com valores fixos e unificados em todo o território nacional, substituindo o antigo sistema de porcentagens variáveis por estado.
O impacto direto no bolso do consumidor
A atualização tributária atinge os principais derivados de petróleo com aumentos que superam os índices inflacionários recentes. Na gasolina, o imposto sobe R$ 0,10, atingindo o valor de 1,57 por litro (alta de 6,8%). O diesel teve um acréscimo de 0,05, passando a 1,17 por litro (elevação de 4,4%). Já o gás de cozinha (GLP) sofreu um ajuste de 1,05 por botijão, representando um aumento de 5,7%.
Justificativas e reflexos econômicos
As Secretarias da Fazenda defendem que a metodologia de cálculo utiliza como base os preços de mercado monitorados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). No entanto, especialistas alertam para o “efeito cascata”: como o aumento impacta diretamente os custos de transporte e logística, ele tende a gerar uma pressão inflacionária em diversos outros produtos da economia.
Referência de preços no RS
No cenário regional, o aumento será aplicado sobre a base de preços registrada no final de dezembro. Segundo o levantamento mais recente da ANP, os postos gaúchos apresentavam médias de 6,18 para a gasolina e 6,06 para o diesel. O botijão de 13kg de GLP, por sua vez, estava cotado em 114,35 antes da entrada em vigor da nova alíquota.
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