Na última quarta-feira (08), a Marinha do Brasil surpreendeu o efetivo ao proibir a entrada de celulares nos quartéis. Fontes indicam que a ordem partiu do Almirantado. Nas portarias, serão implementados sistemas manuais ou automáticos para identificar dispositivos como celulares, tablets e computadores. A medida visa reforçar a segurança, mas gera dúvidas entre os militares sobre a eficácia dos métodos de comunicação internos.
Militares afirmam que utilizam o WhatsApp para organizar e transmitir ordens e que consideram a ferramenta essencial para a Força. Eles afirmam que os sistemas oficiais não atendem toda a tropa e que utilizam esses sistemas apenas para informações restritas. A restrição dificulta o trabalho, especialmente para quem não tem acesso constante a computadores, impactando a fluidez da comunicação.

A medida gera debates sobre privacidade e segurança orgânica. Militares reconhecem que celulares podem apresentar riscos, mas destacam que também são ferramentas essenciais para registrar irregularidades, melhorar condições de trabalho e divulgar problemas internos. A restrição levanta preocupações sobre transparência, pois episódios recentes de denúncias dependeram de registros feitos com celulares pessoais.
Fonte: Revista Sociedade Militar.
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