Brasília – DF – O presidente Lula deu o sinal verde para o novo Plano Nacional de Educação (PNE). O projeto é uma espécie de guia para o ensino brasileiro na próxima década e prevê um aumento gradual no dinheiro público para o setor: a meta é sair dos atuais 5,5% e chegar a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2036.
Educação para todos
Durante o evento no Palácio do Planalto, Lula destacou que o grande desafio é convencer os jovens da importância de estudar. Para ele, sem educação as pessoas ficam frágeis e acreditam em qualquer conversa. O presidente também deu uma cutucada em quem é contra as cotas e o acesso de indígenas e quilombolas às universidades, afirmando que o país precisa ser governado para todos, e não apenas para uma parte da população.
Escolas cívico-militares fora do foco
Lula aproveitou para dizer que o Brasil não precisa expandir o modelo de escolas cívico-militares na rede pública. Segundo ele, quem quiser seguir carreira militar deve se preparar para isso no momento certo, mas, na escola comum, o ensino deve seguir a orientação do Ministério da Educação para todos os 220 milhões de brasileiros. Ele chamou o novo plano de “obra-prima”, mas avisou que o povo precisa cobrar para que as metas saiam do papel.
Metas para a gurizada
Entre os objetivos principais, o plano quer colocar todas as crianças na pré-escola em até dois anos e garantir creche para quem precisar. Outro ponto importante é a alfabetização total até o final do segundo ano do ensino fundamental. No ensino médio, o governo quer que metade dos alunos saia com um curso técnico e que todas as escolas públicas tenham internet de alta velocidade.
Vigilância no cumprimento
O ministro da Educação, Leonardo Barchini, afirmou que este é o plano mais completo já feito, focando na inclusão e na qualidade. O governo agora terá que prestar contas sobre o andamento dessas metas a cada dois anos. Como diz o ditado, “o sonho não nasce da indiferença”, e agora a responsabilidade é de toda a sociedade para vigiar se o que foi prometido será entregue para o futuro dos jovens.
Redação, João Lemes; Fonte: Agência Brasil 🎓
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