A PF prendeu 12 suspeitos e realizou 18 buscas na Operação Tripeiros. A investigação começou após um dos alvos da Operação Faroeste Digital jogar um celular pela janela. A análise do aparelho revelou a atuação de uma quadrilha que desviava dinheiro de empresas por meio de fraudes eletrônicas. A Justiça autorizou o sequestro de bens dos investigados em São Paulo, Goiás, Santa Catarina e Ceará.
Os criminosos criavam sites idênticos aos de bancos para enganar vítimas e obter dados bancários. Com técnicas de engenharia social e phishing, convenciam empresários a inserir informações sigilosas, permitindo transferências milionárias. A PF classificou o grupo como uma das maiores quadrilhas especializadas em fraudes bancárias contra pessoas jurídicas.
Em um único ataque, os criminosos desviaram quase R$ 1 milhão em minutos, distribuindo o valor entre 70 contas de “laranjas”. Em um ano e meio de operação, o grupo movimentou mais de R$ 100 milhões. A Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos da PF liderou a investigação, que envolveu crimes de lavagem de dinheiro, furto qualificado mediante fraude e organização criminosa.
Fonte: GZH.
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