Curitiba – PR – A negociação durou mais de três horas antes de os agentes entrarem na sala de um Centro Municipal de Educação Infantil, no dia 9. Segundo o relato policial, o suspeito espalhou líquido inflamável pelo ambiente e ameaçou atear fogo enquanto segurava um isqueiro. Durante a entrada da equipe, ele tentou agarrar uma das vítimas e acabou baleado. Não resistiu.
A informação da polícia
O coronel Alexandre Lopes Dias, comandante do Comando de Missões Especiais da Polícia Militar do Paraná, afirmou que a corporação soube da condição de saúde após identificar o invasor. Segundo ele, o suspeito não falava durante a ocorrência, o que dificultou entender suas intenções. A informação sobre esquizofrenia foi atribuída à polícia, sem esclarecimento sobre como o diagnóstico foi confirmado.
A decisão de entrar
Conforme a corporação, a equipe decidiu intervir quando percebeu que os pequenos estavam cada vez mais estressados. O invasor também passou a agredi-los verbalmente e a segurá-los de forma brusca, segundo os policiais.
O atendimento
Uma criança apresentava machucados visíveis no rosto. Outras cinco foram levadas a uma Unidade de Pronto Atendimento por decisão dos pais. As vítimas e suas famílias receberão acompanhamento médico e psicológico.
A carta encontrada
Os agentes também recolheram uma carta que estava no chão da instituição. A suspeita é de que o invasor tenha escrito o documento, mas a autoria ainda não foi confirmada. Não há informações suficientes para esclarecer o conteúdo ou a intenção do texto.
(Redação, João Lemes. Fonte: Diário de Santa Maria)
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