Argentina – O caso da advogada argentina Agostina Páez, de 29 anos, ganhou um capítulo de dar nojo. Mal a moça colocou os pés na Argentina, após amargar 75 dias de xadrez no Rio de Janeiro por racismo, o pai dela, Mariano Páez, foi flagrado em vídeo repetindo os gestos preconceituosos que levaram a filha para a cadeia. No vídeo, o sujeito ainda tira onda dizendo que é “narco” e “agiota”.
Lição que não entrou na cabeça
Agostina foi presa em janeiro após xingar e imitar macacos para funcionários de um bar em Ipanema. Para conseguir voltar para a terra do tango, teve que desembolsar uma caução pesada de 97 mil reais, o equivalente a 60 salários mínimos. Em entrevista ao jornal Clarín, ela posou de arrependida, dizendo que o erro ensinou uma lição e que agora seria uma pessoa “melhor e mais ponderada”. Mas, pelo jeito, o exemplo que tem em casa não ajuda muito.
Histórico de dar medo
O pai da moça não é flor que se cheire. Mariano Páez já foi em cana em 2018 por bater em mulher e tem ligações políticas que estão sob a lupa da justiça argentina. O vídeo dele imitando macaco caiu como uma bomba e agora o pessoal espera que as imagens cheguem ao desembargador brasileiro que autorizou a saída da filha do país. É o tipo de atitude que mostra que “o fruto não cai longe da árvore”.
Processo continua correndo
Mesmo estando lá na Argentina, Agostina não está livre da conta. O processo por injúria racial continua andando no Rio de Janeiro e ela é obrigada a manter endereço e telefone atualizados com a justiça brasileira. Se pensou que pagar a fiança era o fim da linha, se enganou redondamente. Como diz o ditado, “quem cospe para cima, na cara lhe cai”, e a soberba dessa família parece que ainda vai custar caro.
Redação, João Lemes; Fonte: Metrópoles e Clarín 🚔
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