Nacional – José Medeiros foi o único entre os aliados presentes no discurso após a derrota a reproduzir a primeira versão do documento, segundo levantamento do g1. Rogério Marinho rejeitou a alegação de fraude, enquanto a maioria não comentou o conteúdo nas redes sociais até a publicação da reportagem.
A carta foi divulgada em 28 de outubro, após a chegada de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos. Inicialmente, o senador se apresentou como “presidente eleito”. Depois, alterou a expressão para “líder do Brasil”. Os números abaixo correspondem à identificação dos participantes nas fotos.
As reações dos aliados de Flávio
José Medeiros (15) publicou a versão original da carta e ainda mantinha a postagem no ar quando o levantamento foi concluído.
Nikolas Ferreira (2) não compartilhou o documento nem comentou diretamente suas alegações. Fez uma publicação ironizando a repercussão da expressão “autodeclaração”.
Rogério Marinho (3) afirmou acreditar em um problema na elaboração do texto e afastou a acusação de fraude: “O PL não pode fazer essa afirmação, nem eu posso fazer essa afirmação, porque não há provas nesse sentido”.
Não haviam comentado o teor da carta nas redes sociais: Alfredo Gaspar (1), Daniella Marques (4), Bia Kicis (5), Guilherme Derrite (6), Deltan Dallagnol (7), Lucas Pavanato (8), Luciano Zucco (9), Douglas Ruas (10), Hélio Lopes (11), Pablo Marçal (12), Marcel van Hattem (13) e Frederick Wassef (14).
Valdemar Costa Neto, que não aparece nesse grupo da foto, também foi questionado sobre o documento. O presidente nacional do PL respondeu apenas: “Não gostei”.
As reações dos aliados de Lula
Guilherme Cortez (6) criticou as mudanças de posição de Flávio sobre o resultado eleitoral e sua saída do país. Comparou a autoproclamação à estratégia adotada pelo venezuelano Juan Guaidó.
Randolfe Rodrigues (8) ironizou o documento dizendo que também faria suas próprias autoproclamações, incluindo declarar o Flamengo campeão da Libertadores independentemente do resultado.
Humberto Costa (13) compartilhou um vídeo com comentários da jornalista Julia Duailibi sobre a carta. Jandira Feghali (14) criticou a troca de “presidente eleito” por “líder” e a saída do senador para os Estados Unidos.
Luciana Santos (15) defendeu o resultado das urnas e afirmou que Flávio poderia reescrever a carta, mas não a vontade dos eleitores. Edinho Silva (16) compartilhou críticas ao documento e relacionou o episódio ao histórico de contestação eleitoral da família Bolsonaro.
Não haviam comentado a carta nas redes sociais: André Janones (1), Guilherme Boulos (2), Rafael Fonteles (3), Janja da Silva (4), Ana Júlia Ribeiro (5), Alexandre Padilha (7), Geraldo Alckmin (9), Lu Alckmin (10), Marília Arraes (11), Teresa Leitão (12) e Camilo Santana (17). O levantamento retrata as manifestações encontradas até a publicação da reportagem. (Redação, João Lemes. Fonte: g1)

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