(Araponga) A sessão solene foi linda, emocionante, cheia de discursos e homenagens. Mas antes dela… bom, antes teve o tradicional arranca-rabo — ou, como preferem chamar, a sessão ordinária. E olha que ordinário tinha bastante! (Na foto, Ione e Catiane)
A ex-prefeita Ione Caminha (PP) dizia a todo momento que ia rasgar a Constituição, já que o presidente da casa, Luner Martiniz, não cumpria a lei. Catiane Alves (PSB), indignada, deu contra. “A Constituição é como a Bíblia, não pode ser rasgada!” Virou quase um sermão no meio do fuzuê e só faltou dar de mão no seu facão, aquele lá da rusga do bar da praia.

O bate-boca da vez foi por causa da criação de cargos. O município já tinha aberto mais uma secretaria e, claro, veio junto meia dúzia de CCs. Os vereadores da oposição chiaram, mas sejamos sinceros: também queriam criar seus próprios carguinhos. No fim, parecia uma briga de rua: um empurra pra cá, outro grita pra lá, dedo no olho, puxão de cabelo… um espetáculo!
O vereador Renz se revoltou com o presidente Luner, que deu o voto de minerva para desempatar uma questão. Renz jurava que Luner não podia fazer isso, mas o presidente garantiu que seguiu o regimento. A discussão pegou fogo, assessora no meio, confusão armada. Luner manteve a calma e largou um: “Se acham que está errado, procurem seus direitos.” Checkmate.
Ah, e no meio dessa confusão toda, alguém até esqueceu de saudar o prefeito Careca. Gafe corrigida na sessão solene, onde ele finalmente foi chamado à mesa como manda o protocolo. Final feliz? Bom, até a próxima sessão…
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