Santiago – RS – Muita gente não consegue fechar o olho sem tomar um comprimido, mas o alerta que vem dos consultórios é de arrepiar. Estudos mostram que o uso crônico de remédios como o clonazepam e o zolpidem está ligado a um aumento grande no risco de demência. A médica santiaguense Karine Peixoto explica que o problema não é só o remédio em si, mas o que ele esconde.
A raiz do problema
Quando o cérebro precisa ser “sedado” toda noite para conseguir descansar, tem algum sofrimento por trás que não está sendo olhado. A insônia, na maioria das vezes, é apenas a ponta do iceberg, escondendo ansiedade, esgotamento emocional e uma mente que não para. Tratar apenas o sintoma com remédio é como tapar o sol com a peneira e pode criar uma dependência braba.
O caminho para o sono natural
Com o acompanhamento de um psiquiatra, o paciente consegue entender por que o sono fugiu e ajustar a medicação com segurança. O objetivo é reorganizar a rotina para que o descanso volte a ser natural e saudável. Ninguém precisa ser escravo de uma pílula para conseguir relaxar o corpo e a mente no fim do dia.
A qualidade de vida
Recuperar o sono é recuperar a vontade de viver e a saúde do cérebro a longo prazo. A Dra. Karine reforça que o cuidado certo faz toda a diferença para quem quer largar a dependência e voltar a dormir por conta própria. Como diz o ditado, “quem não gosta de barulho, não ata porongo nos tentos”, e cuidar da mente agora é o melhor jeito de evitar problemas maiores lá na frente.
Redação, João Lemes; Fonte: Dra. Karine Peixoto, Médica Psiquiatra 🩺
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