
De acordo com o presidente do Sindicato Médico do RS Marcos Rovinski (Simers), os médicos deliberaram em manter o movimento enquanto nada é feito de concreto para garantir a recomposição dos honorários médicos e hospitalares, defasados há 12 anos.
Além da paralisação, o Simers, o Cremers (Conselho Regional de Medicina do RS) e a Amrigs (Associação Médica do RS) estão convocando os profissionais para optarem pelo licenciamento temporário ou pelo descredenciamento do IPE Saúde.
Os médicos paralisaram as suas atividades no dia 10 de abril em todo o Estado, mantendo apenas os atendimentos de urgência e emergência. A categoria reivindica a atualização da tabela de honorários.
Atualmente, o IPE Saúde conta com cerca de 6,5 mil médicos credenciados no Estado. O convênio é responsável pela assistência médica e hospitalar de quase 1 milhão de servidores estaduais, dependentes e pensionistas.



