Agronegócio responde às acusações americanas de “deslealdade” comercial

A Confederação enviou documento aos EUA com explicações sobre tarifas, etanol e desmatamento

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Brasília – DF – Um dossiê com “respostas técnicas” foi entregue pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) ao governo dos Estados Unidos em defesa do setor agro brasileiro. O material foi enviado após a abertura de uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio americana, que permite sanções unilaterais em casos de suposta concorrência desleal.

As frentes contestadas
O inquérito americano envolve seis áreas, mas a CNA concentrou a defesa em três: tarifas preferenciais, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. No documento, a entidade reforça que acordos de tarifas diferenciadas seguem as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), lembra que o etanol americano já teve isenção no Brasil e argumenta que a tarifa atual de 18% é inferior à cobrada de países do Mercosul.

O ponto ambiental
Sobre o desmatamento, a confederação destacou que o Brasil possui legislação considerada robusta, como o Código Florestal e a Lei de Crimes Ambientais, além de sistemas de controle como o Cadastro Ambiental Rural e o Sinaflor. A CNA defendeu que há rastreabilidade e certificações reconhecidas internacionalmente, e reafirmou que a produção agropecuária brasileira é sustentável e transparente.

A posição do governo
Enquanto o setor privado se antecipou com argumentos técnicos, o governo brasileiro informou que ainda prepara uma manifestação “robusta” para ser enviada a Washington.

Fonte: GZH.

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