Brasília – DF – O ministro Edson Fachin, gaúcho de Rondinha e radicado no Paraná, assumiu nesta segunda-feira (29) a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Conhecido pelo perfil discreto e firme, Fachin inicia o mandato com a promessa de dar mais institucionalidade à Corte, reduzindo a exposição fora dos autos e reforçando a pauta de democracia, direitos humanos e questões trabalhistas.
As prioridades do novo presidente
Descrito como defensor dos trabalhadores, Fachin manteve consigo a relatoria de processos ligados à Consolidação das Leis do Trabalho, como o julgamento da “uberização” que vai definir se há vínculo entre motoristas de aplicativos e empresas. Também seguirá responsável por ações envolvendo povos indígenas, marco temporal e superlotação carcerária.
Da bola à toga
Antes do Direito, Fachin brilhou no futebol amador no Paraná, jogando como meio-campista comparado até a Falcão. Também escreveu livros de poesia na juventude. Nomeado para o STF em 2015, pelo governo Dilma Rousseff, ele se destacou em casos da Lava Jato, em julgamentos de habeas corpus e em pautas de direitos sociais. Agora, terá o desafio de conduzir o tribunal até 2027 em um período de expectativa por mais estabilidade política e institucional.o terá mandato até 2027 e promete gestão menos midiática
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