João Pessoa – PB – (Região Nordeste). O novo ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, transferiu três empresas para o nome de uma ex-assessora do pai dele. Soraya Rouse ganhava pouco mais de dois salários mínimos e mora em uma casa simples, onde tem dificuldade até para pagar o IPTU. Do dia para a noite, ela virou dona de uma faculdade e duas construtoras que pertenciam ao ministro e devem 500 mil reais para o governo.
Ele é filho do deputado Damião Feliciano
O rolo aconteceu em dezembro, bem na época em que Gustavo virou ministro. Ele é filho do deputado Damião Feliciano, para quem Soraya trabalhou até poucos dias atrás. O ministro diz que vendeu as construtoras para a ex-assessora por 100 mil reais cada uma. Mas tem muita coisa estranha nessa história: as empresas não têm site, não têm redes sociais e os endereços registrados não mostram nenhuma firma funcionando.
A nova “dona” segue com a vida simples
Mesmo depois da suposta venda, os e-mails pessoais do ministro continuam cadastrados nos dados das empresas na Receita Federal. O sujeito se faz de louco pra cagar dentro de casa, tentando esconder que as firmas, que têm dívidas pesadas, continuam ligadas a ele. Enquanto isso, a nova “dona” segue com a vida simples em João Pessoa, lidando com cobranças de dívidas que ela mal consegue pagar.
A situação é complicada
A situação é complicada porque mostra um claro uso de laranja para limpar o rastro do ministro antes de ele assumir o cargo em Brasília. Soraya, que era o braço direito da família, agora carrega no papel um patrimônio que não condiz com a realidade dela. Pelo jeito, o ministro achou que ninguém ia notar que o negócio era só de fachada, mas a história está crescendo tipo cola de cavalo.

Redação, João Lemes; fonte Metrópoles
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