São Paulo – Gisele Alves foi m0rta com um tiro na cabeça dentro do apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Neto. A polícia indiciou Geraldo por feminicídio e fraude. Ele foi preso e virou réu no caso.
Conversas mostram o controle dentro da relação. Geraldo se dizia “macho alfa” e cobrava que a esposa fosse “fêmea beta obediente e submissa”. Ele impunha regras, criticava a independência dela e tentava controlar até o jeito de se vestir e agir.
A acusação aponta que o crime foi por ciúmes e posse. A polícia diz que ele tentou simular suicídio depois do fato. Perícias e mensagens reforçam a versão de feminicídio. O oficial está preso em presídio militar e o caso deve ir para júri popular.

O crime
Segundo a investigação, depois de m4t4r Gisele, o tenente-coronel tentou montar uma cena para parecer suicídio. Ele colocou a arma na mão da vítima, escondeu o estojo da munição e ainda tomou banho para tentar apagar vestígios. A polícia afirma que essas ações reforçam a acusação de fraude e a tentativa de despistar o crime.
Fonte: G1.
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