Brasília – DF – Os consumidores devem preparar o bolso para o reajuste anual no preço dos medicamentos, que entra em vigor a partir de 1º de abril. Segundo estimativas do Sindusfarma, o teto de aumento autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) será de até 3,81%. O índice oficial, baseado na inflação e em custos do setor, deve ser confirmado pela Anvisa até o final de março.
Faixas de aumento
O reajuste não será igual para todos os cerca de 13 mil remédios disponíveis no mercado brasileiro. A regulação divide os produtos pelo nível de concorrência:
- Alta concorrência: reajuste máximo de 3,81%.
- Concorrência intermediária: reajuste de até 2,47%.
- Baixa concorrência (maioria dos produtos): aumento de até 1,13%.
Preço nas farmácias
Apesar da autorização, o impacto nas prateleiras não é imediato nem obrigatório no valor máximo. O índice da CMED define apenas o teto permitido. Como muitas farmácias trabalham com margens de desconto e promoções, o repasse final depende da estratégia de cada estabelecimento e do giro dos estoques antigos. Redes maiores costumam segurar o preço antigo por mais tempo para atrair clientes.
Dicas para economizar
Especialistas orientam que, diante da subida dos preços, o consumidor deve intensificar a pesquisa entre diferentes redes de farmácias. O uso de medicamentos genéricos, que por lei são pelo menos 35% mais baratos que os de referência, e a utilização do programa Farmácia Popular continuam sendo as principais alternativas para reduzir os gastos com saúde a partir do próximo mês.
Redação, João Lemes; Fonte: Agência Brasil / Sindusfarma
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