Porto Alegre – RS – O Salão de Atos da universidade federal lotou na noite de sexta-feira, 25, para ouvir a ministra Cármen Lúcia falar sobre os desafios de enfrentar a violência de gênero. Com o tema focado no combate à desigualdade, a jurista destacou que a luta das mulheres é pela vida e pelo respeito, e não uma guerra contra os homens. Atualmente, ela é a única mulher entre os dez ministros que compõem a suprema corte do país e reforçou que a democracia precisa ser construída todos os dias para garantir segurança às próximas gerações.
A busca por uma sociedade de iguais
Durante sua fala, a ministra abordou a violência como um problema estrutural que precisa ser resolvido para que meninos e meninas cresçam sem medo. Ela pontuou que o Brasil que a alegra é o ambiente acadêmico, onde o debate sobre direitos e democracia se fortalece. O evento ocorreu em um momento crítico para o Rio Grande do Sul, que contabiliza um alto índice de m0rtes de mulheres em 2026. Como diz o ditado, “quem quer o fim, quer os meios”, e para a ministra, o caminho é a ocupação de espaços de poder e o cumprimento rigoroso da lei.
Redação, João Lemes; Fonte: GZH ⚖️
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