Por muito tempo, se acostumou a beber e dirigir. Era quase parte da cultura. Mas a conta sempre chegou. Acidentes, famílias destruídas, vidas perdidas. E mesmo assim, muita gente ainda insiste nesse erro grave. Muitos cobram prisão imediata, punição mais dura na hora. Mas o juiz decide pelo que está na lei. Não adianta revolta ou pressão. Se a lei não prevê, ele não pode inventar punição. Por isso, quando se quer mudança de verdade, ela precisa começar pelas leis.
Nacional – A moleza para quem mistura álcool e volante pode estar com os dias contados na Câmara. Um novo projeto de lei quer endurecer as punições da Lei Seca, prevendo que o motorista alcoolizado sinta o peso no bolso e perca o direito de dirigir por muito tempo se causar tragédias no asfalto.
A conta alta da imprudência
O texto propõe que, em casos de m0rt3 no trânsito, a CNH seja suspensa por dez anos. Se a vítima sobreviver, mas ficar com invalidez, o castigo é de cinco anos sem poder dirigir. Além disso, a multa para esse tipo de infração gravíssima pode saltar para 29 mil, um valor cem vezes maior do que o aplicado hoje.
O pagamento dos custos
Outro ponto que mexe no bolso é a obrigação de o motorista bêbado pagar todas as despesas hospitalares das vítimas que ele atingir. O projeto do ex-deputado Gilvan Máximo quer garantir que o culpado arque com cada centavo do socorro e do tratamento médico, tirando o prejuízo das costas do estado e das famílias.
O andamento da nova lei
A proposta agora segue para análise em comissões especiais antes de ser votada no plenário. Existe uma movimentação entre os deputados para acelerar a tramitação, unindo essas regras a outras mudanças no Código de Trânsito Brasileiro. O objetivo é criar um texto único que torne a justiça mais rápida e rigorosa contra quem comete atrocidades nas ruas.
Fonte: R7.
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