Nacional – As doações de empresas para campanhas são proibidas. Por isso, o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, criado em 2017, usa dinheiro público para financiar candidatos e partidos nas eleições.
A divisão
O PL receberá a maior parcela, com 881 milhões. Depois aparecem PT, com 615 milhões, e União Brasil, com 526 milhões. Os três concentram quase 40% de todo o dinheiro.
Pelas regras, 2% são divididos igualmente entre os partidos; 35% vão para legendas com ao menos um deputado; 48% consideram o número de deputados; e 15%, o número de senadores.
Os valores
PL: 881 milhões
PT: 615 milhões
União Brasil: 526 milhões
PSD: 421 milhões
PP: 417 milhões
MDB: 400 milhões
Republicanos: 348 milhões
Podemos: 246 milhões
PDT: 169 milhões
PSB: 152 milhões
PSDB: 147 milhões
Psol: 131 milhões
Solidariedade: 88 milhões
Avante: 72 milhões
PRD: 71 milhões
PCdoB: 60 milhões
Cidadania: 60 milhões
PV: 45 milhões
Novo: 37 milhões
Rede: 35 milhões
Unidade Popular: 3,3 milhões
PSTU: 3,3 milhões
PRTB: 3,3 milhões
PCO: 3,3 milhões
PCB: 3,3 milhões
Mobiliza: 3,3 milhões
Missão: 3,3 milhões
Democrata: 3,3 milhões
DC: 3,3 milhões
Agir: 3,3 milhões
A diferença
O Fundo Eleitoral paga despesas de campanha. Já o Fundo Partidário mantém as atividades cotidianas das legendas. Nesse segundo caso, 5% são divididos entre todos os partidos registrados no TSE e 95% conforme os votos recebidos na última eleição para a Câmara dos Deputados. (Redação, João Lemes. Fonte: GZH)
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