Nacional – O combate às facções e a integração policial entre os países sul-americanos ocuparam parte da sabatina do Jornal Nacional. A proposta apresentada prevê uma força permanente para enfrentar o tráfico, o contrabando de armas e a lavagem de dinheiro.
A anistia
Ronaldo Caiado, candidato à Presidência pelo PSD, afirmou que enviará ao Congresso um projeto de anistia “geral, ampla e irrestrita” aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo Jair Bolsonaro. Segundo ele, a medida ajudaria a pacificar o país e reduzir a polarização.
A economia
Questionado sobre as contas públicas, Caiado disse que preservaria os pisos da saúde e da educação e manteria a valorização do salário mínimo. Ele citou cortes em incentivos fiscais, salários excessivos e emendas, mas não informou valores nem estimou quanto economizaria.
Ao ser perguntado três vezes sobre uma possível mudança na idade mínima da aposentadoria, o candidato não respondeu diretamente. Caiado afirmou que não estava em uma “mesa examinadora” e defendeu a participação de especialistas e servidores na elaboração de propostas após uma possível vitória.
A segurança
Caiado classificou o Brasil como a “Disneylândia do narcotráfico” e afirmou, sem apresentar fonte, que cerca de 60 milhões de brasileiros seriam dominados pelas facções. Sua proposta prevê uma polícia conjunta com poder de agir nos países participantes e prender suspeitos, modelo mais amplo do que a cooperação feita pela Europol.
(Redação, João Lemes. Fonte: GZH e Estadão Conteúdo)
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