O governador Eduardo Leite reuniu secretários, parlamentares da base aliada e entidades empresariais, para apresentar alternativas à recomposição das receitas do Estado nos próximos anos.
“Alterar os benefícios é uma alternativa mais amarga, pois afeta a produção. Porém sou o mesmo governador que responde pelas políticas de desenvolvimento econômico e pelos serviços essenciais à população, e não posso permitir o retorno a uma situação de desequilíbrio nas contas depois das receitas que nos tiraram”, disse o governador, referindo-se às mudanças federais que, no ano passado, reduziram as alíquotas de ICMS em combustíveis, energia e telecomunicações.
Em novembro, foi encaminhado à Assembleia, e que tem a previsão de votação na próxima semana, o Projeto de Lei (PL) que reajusta a alíquota modal do ICMS de 17% para 19,5%. O governo adiou pelo menos até o final da semana a publicação dos decretos reduzindo benefícios fiscais, medida vista com o “plano B”.



