A Advocacia-Geral da União prepara um parecer para definir regras sobre a participação de primeiras-damas e primeiros-cavalheiros em eventos institucionais. A medida estabelece parâmetros para situações em que o cônjuge do presidente represente simbolicamente o chefe de Estado. A iniciativa partiu do Palácio do Planalto após críticas à presença da primeira-dama Janja em agendas oficiais.
A primeira-dama participou de eventos como as Olimpíadas de Paris, a Cúpula do G20 e uma reunião do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrário em Roma, sem exercer cargo oficial. O governo custeou R$ 203,6 mil para a viagem da comitiva em Paris e R$ 34,1 mil para passagens de classe executiva até Roma. Após polêmicas, Janja cancelou a ida à ONU, onde discursaria como representante do Brasil.
Apesar das restrições, Janja continuará atuando em agendas internacionais. Na próxima semana, ela receberá uma deferência do presidente francês Emmanuel Macron e discursará na cúpula Nutrição para o Crescimento em Paris. A primeira-dama seguirá da visita ao Japão diretamente para o compromisso na França.
Fonte: Correio do Povo.
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