A secretaria de Saúde divulgou dados sobre a mortalidade masculina no Estado, alertando sobre os riscos que correm os homens por não buscarem os serviços de saúde. Os números preliminares de 2022 mostram que a taxa de mortalidade precoce dessa parcela da população no Estado é maior do que a de mulheres. Uma das estimativas também aponta que os homens vivem 7,1 anos a menos do que as mulheres, em todas as faixas etárias até os 80.
Há uma tendência maior de mortalidade precoce masculina (entre 30 e 69 anos de idade) por doenças crônicas não transmissíveis, especialmente em decorrência da diabetes, da hipertensão e do câncer (principalmente de próstata). A cada 100 mil habitantes, a incidência dessas doenças é de 418,2 casos na população masculina e de 293,4 na feminina.

Taxas de mortalidade
Os dados preliminares de 2022 apresentados abaixo tomam como referência uma população total de 100 mil habitantes:
- Mortalidade precoce (30 a 69 anos) por doenças crônicas não transmissíveis
Homens: 418,2
Mulheres: 293,4 - Mortalidade precoce por neoplasia maligna (câncer)
Homens: 173,6
Mulheres: 140,1 - Mortalidade precoce por diabetes
Homens: 38
Mulheres: 27,4 - Mortalidade precoce por hipertensão
Homens: 19
Mulheres: 13,7 - Mortalidade precoce por doenças respiratórias
Homens: 35,2
Mulheres: 28,9 - Mortalidade precoce por doenças cardiovasculares
Homens: 171,4
Mulheres: 96,9 - Total de óbitos por suicídio
Homens: 80,7%
Mulheres: 19,3%
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