RS – Mesmo com a aprovação do projeto que autoriza a venda de medicamentos em supermercados, os estabelecimentos gaúchos não devem adotar a prática. A Associação Gaúcha de Supermercados avalia que as regras aprovadas tornam o negócio inviável para o setor.
O entrave da nova regra
O texto define que os remédios só podem ser vendidos em um espaço totalmente separado do restante da loja e com a presença obrigatória de um farmacêutico durante todo o horário de funcionamento. Para os supermercadistas, essa exigência acaba reproduzindo o modelo de farmácia que já existe hoje em salas anexas. Isso retira o objetivo principal da proposta original, que era permitir a venda rápida de medicamentos simples diretamente nas gôndolas e nos caixas, sem burocracia excessiva.
A posição das entidades
Enquanto os mercados defendem que poderiam oferecer esses produtos de forma mais prática para o dia a dia, o Conselho Regional de Farmácia do RS mantém posição contrária a essa flexibilização. A entidade reforça que, para garantir a segurança dos clientes, qualquer venda de medicamento precisa de acompanhamento profissional e de um ambiente adequado, evitando riscos à saúde e intoxicações.
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